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⭐ Especialista em Periodontia · Desde 2011

Periodontia em Ipanema

com a Dra. Glenda Vacchiano

Cirurgiã-Dentista · CRO RJ-CD-37218

Gengivite Periodontite Enxerto Gengival Ipanema · RJ

Gengiva sangrando, inflamada ou retraída? Tratamento especializado das doenças periodontais em Ipanema. Diagnóstico na primeira consulta, com protocolo individualizado.

2011
Especialização Periodontia
15+
Anos de clínica
56
Avaliações ★★★★★
Dra. Glenda Vacchiano, especialista em Periodontia em Ipanema, no consultório com equipamento moderno.

Sua gengiva está mandando um sinal?

Esses sintomas indicam doença periodontal. Quanto mais cedo tratada, menor a perda óssea e menor a complexidade do tratamento.

🩸
Gengiva sangrando
Sangramento ao escovar ou usar fio dental é o primeiro sinal de gengivite. Ainda reversível nessa fase.
Não ignore. Tratar cedo é mais simples.
🔴
Gengiva inchada ou inflamada
Gengiva vermelha, inchada ou dolorida ao toque indica infecção bacteriana em curso.
Pode evoluir para periodontite sem tratamento.
📉
Gengiva retraída
Dentes parecem mais longos, raiz exposta, sensibilidade ao frio ou calor. A retração indica perda de suporte.
Enxerto gengival pode recuperar o tecido perdido.
💨
Mau hálito persistente
Halitose que não melhora com escovação pode indicar bolsas periodontais com bactérias anaeróbias.
Sinal de periodontite moderada a avançada.
🦷
Dentes móveis
Dentes com mobilidade indicam perda óssea significativa. Exige avaliação imediata para evitar perda dentária.
Urgência: risco real de perda do dente.
😬
Dor ao mastigar ou dentes sensíveis
Dor localizada ao pressionar pode indicar abscesso periodontal, uma infecção aguda que exige tratamento imediato.
Procure atendimento no mesmo dia.

A periodontite vai além da boca

A doença periodontal tem relação direta com várias condições sistêmicas. Em alguns casos, a gengiva é o primeiro sinal de que algo no corpo precisa de atenção. Em outros, é o tratamento periodontal que ajuda a controlar a condição de base.

🩺
Diabetes

A relação é bidirecional: pacientes com diabetes têm até três vezes mais risco de desenvolver periodontite, e a periodontite descontrolada eleva a glicemia e dificulta o controle do diabetes.

O tratamento periodontal reduz a inflamação sistêmica e melhora indicadores de hemoglobina glicada (HbA1c) em pacientes diabéticos.

Diabético? Avaliação periodontal a cada 6 meses é parte do controle da doença.
🤰
Gravidez e menopausa

Alterações hormonais aumentam a sensibilidade da gengiva. Na gravidez, a gengivite gestacional é comum e pode evoluir rápido sem acompanhamento. Em casos avançados, há associação com parto prematuro e baixo peso ao nascer.

Na menopausa, a queda de estrogênio reduz a densidade óssea, inclusive do osso alveolar que sustenta os dentes, o que acelera a progressão da periodontite.

Gestante ou na menopausa? Manutenção periodontal preventiva durante esses períodos é essencial.
🛡️
Doenças autoimunes e reumatológicas

Lúpus, artrite reumatoide, síndrome de Sjögren e outras condições autoimunes têm relação direta com a saúde periodontal. A inflamação crônica gengival pode agravar a doença sistêmica e vice-versa.

Medicações imunossupressoras alteram a resposta inflamatória da gengiva, sintomas podem aparecer de forma atípica e o controle exige protocolo específico.

Em tratamento reumatológico? O periodontista deve trabalhar em conjunto com seu médico.
🚬
Fumo

Tabagismo é o segundo maior fator de risco para periodontite, atrás apenas da placa bacteriana. A nicotina mascara o sangramento gengival, fazendo o paciente não perceber a doença mesmo em estágios avançados.

Fumantes têm cicatrização periodontal mais lenta e resposta inferior aos tratamentos, o que torna a manutenção periódica ainda mais importante.

Fumante? Acompanhamento periodontal a cada 3 meses é o protocolo indicado.
😣
Estresse

Estresse crônico reduz a resposta imune e altera os hábitos do paciente: menos cuidado com higiene, mais consumo de açúcar e álcool, bruxismo, alteração no fluxo salivar. Tudo isso favorece a progressão da doença periodontal.

Há também a relação direta com o cortisol, que age como imunossupressor natural e reduz a capacidade do tecido gengival de combater bactérias.

Período de estresse intenso? Antecipar a consulta de manutenção previne crises.

O que tratamos

Cada caso exige um protocolo diferente. Avaliamos o grau da doença e indicamos o tratamento mais eficiente para a sua situação.

🧹
Raspagem e Alisamento Radicular (RAR)
Remoção de tártaro e biofilme das superfícies radiculares. Tratamento principal da gengivite e da periodontite leve a moderada. Feito com anestesia local, sem corte.
🔬
Cirurgia Periodontal
Indicada quando as bolsas periodontais são profundas demais para a raspagem convencional alcançar. Permite limpeza completa e remodelamento ósseo quando necessário.
🌱
Enxerto Gengival
Recupera tecido gengival perdido por retração. Cobre raízes expostas, reduz sensibilidade e protege o dente. Feito sob anestesia local com recuperação em poucos dias.
🔁
Manutenção Periodontal
Consultas de acompanhamento a cada 3 a 6 meses após o tratamento ativo. Mantém a doença controlada e previne recidivas. Necessária pelo resto da vida em pacientes com periodontite.
💊
Tratamento de Abscesso Periodontal
Drenagem e tratamento da infecção aguda. Alívio imediato da dor seguido de tratamento periodontal definitivo.
🔗
Periodontia + Ortodontia Integrada
Tratamentos que exigem as duas especialidades, como movimentação dentária em pacientes com histórico periodontal. A Dra. Glenda planeja os dois de forma integrada, com uma visão única do caso.
Doenças

Casos tratados pela Dra. Glenda

Casos reais de pacientes em diferentes estágios da doença periodontal, tratados em Ipanema.

Caso de doença periodontal avançada tratado pela Dra. Glenda Vacchiano em Ipanema
Caso avançado de periodontite com reabilitação completa.
Caso de gengivite e inflamação gengival, Dra. Glenda Vacchiano, Ipanema
Quadro inflamatório gengival na avaliação inicial.

Por que tratar com a Dra. Glenda?

Especialista em Periodontia desde 2011 (Universidade Estácio de Sá), a Dra. Glenda Vacchiano atua no diagnóstico e tratamento de doenças periodontais há mais de 15 anos em Ipanema. Realiza rastreio de diagnóstico preciso desde a primeira consulta, com sondagem periodontal completa e análise de risco individual.

Com dupla especialização em Periodontia e Ortodontia, a Dra. Glenda avalia cada caso considerando o suporte ósseo e gengival antes de qualquer planejamento, o que faz diferença em pacientes que precisam de tratamento combinado ou que têm histórico de doença periodontal e querem fazer implantes ou Invisalign.

2011
Especialização Periodontia
15+
Anos de clínica
2
Especializações
2010
Graduação em Odontologia
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
2011
Especialização em Periodontia
Universidade Estácio de Sá
2013
Especialização em Ortodontia
Universidade Gama Filho
2018
MBA em Gestão em Saúde
Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Visão integrada: periodontia + ortodontia

Pacientes que precisam de tratamento periodontal e ortodôntico ao mesmo tempo recebem um plano unificado. Sem reencaminhamentos ou falta de comunicação entre especialidades.

Como é o tratamento periodontal

Do primeiro contato ao controle da doença: um protocolo claro, sem surpresas.

01
Avaliação periodontal
Sondagem completa de todos os dentes, medição das bolsas periodontais e análise radiográfica. Diagnóstico preciso do grau da doença na primeira consulta.
02
Tratamento ativo
Raspagem e alisamento radicular (RAR) por quadrante, com anestesia local. Casos avançados podem exigir cirurgia periodontal ou enxerto gengival.
03
Reavaliação
Consulta de reavaliação 4 a 6 semanas após o tratamento ativo. Verificação do nível de bolsas, resposta do tecido e definição da próxima etapa.
04
Manutenção periódica
Consultas de manutenção a cada 3 a 6 meses. A doença periodontal é crônica, o controle contínuo é o que mantém os dentes saudáveis a longo prazo.

Manutenção periodontal: o que vem depois do tratamento

A periodontite é uma doença crônica. Igual à hipertensão ou diabetes, ela não tem alta. Tem controle. A manutenção periodontal é o que mantém os resultados conquistados no tratamento ativo e impede a reinfecção das bolsas periodontais.

Por que é crônica. As bactérias responsáveis pela periodontite não são eliminadas para sempre. Sem manutenção periódica, elas se reorganizam abaixo da linha da gengiva em poucas semanas e o processo inflamatório recomeça, muitas vezes sem o paciente perceber.

O que é feito. Avaliação periodontal completa, raspagem supra e subgengival de áreas críticas, polimento, controle de biofilme e orientação de higiene. Tudo monitorado para detectar recidiva antes que ela cause perda óssea.

Resultado. Pacientes em programa de manutenção mantêm os dentes ao longo da vida com perda óssea controlada. Sem manutenção, a recidiva acontece em 60 a 80% dos casos nos primeiros 12 meses.

Frequência recomendada

A cada 3 meses
Pacientes com periodontite agressiva, fumantes, diabéticos descontrolados, em tratamento imunossupressor ou com histórico de recidiva.
A cada 4 meses
Periodontite moderada estabilizada, gestantes, pacientes em tratamento ortodôntico simultâneo.
A cada 6 meses
Periodontite leve controlada, sem fatores de risco ativos, com boa higiene domiciliar.

Manutenção periodontal não é limpeza comum

A limpeza com dentista geral cuida da superfície dos dentes. A manutenção periodontal envolve avaliação das bolsas com sondagem, raspagem subgengival nas áreas críticas e monitoramento da estabilidade óssea. Para quem teve periodontite, são procedimentos diferentes, e só o segundo previne a perda dentária.

Prevenção

Resultados de manutenção e prevenção

Pacientes em programa de manutenção periodontal regular. A consistência no acompanhamento é o que preserva o resultado ao longo do tempo.

Resultado de manutenção periodontal preventiva, Dra. Glenda Vacchiano, Ipanema
Antes e depois de manutenção periodontal consistente.
Resultado de profilaxia e limpeza profissional, Dra. Glenda Vacchiano, Ipanema
Resultado de profilaxia e controle de biofilme.

O que dizem os pacientes

Avaliações reais de pacientes verificados no Doctoralia.

★★★★★

"Mãos de fada, dedicada e atenciosa. Profissional super bem qualificada."

Paciente verificada · Doctoralia
★★★★★

"Estamos adorando o atendimento da Dra Glenda. Ela é muito atenciosa e uma ótima profissional."

Paciente verificada · Doctoralia
★★★★★

"Tratamento impecável e atendimento preciso. Volto sempre."

Paciente verificada · Doctoralia

Perguntas sobre Periodontia

O que é periodontia?

Periodontia é a especialidade odontológica que cuida das estruturas de suporte dos dentes: a gengiva, o osso alveolar e o ligamento periodontal. Trata doenças como gengivite e periodontite, que podem causar sangramento, retração gengival, mobilidade dentária e, em casos avançados, perda dos dentes. A Dra. Glenda Vacchiano é especialista em Periodontia com atuação em Ipanema, Niterói e Angra dos Reis.

Por que minha gengiva sangra?

Sangramento gengival é o sinal mais comum de gengivite, uma inflamação causada pelo acúmulo de placa bacteriana na base dos dentes. Pode ocorrer ao escovar os dentes ou usar o fio dental. Sem tratamento, a gengivite evolui para periodontite, que destrói o osso de suporte e pode levar à perda dentária. O tratamento precoce resolve o problema com menos intervenção.

Qual a diferença entre gengivite e periodontite?

A gengivite é a inflamação superficial da gengiva, ainda reversível com tratamento. A periodontite é o estágio seguinte: a infecção atinge o osso e o ligamento que sustentam o dente. Nessa fase, a destruição óssea é irreversível, mas o tratamento periodontal impede o avanço e estabiliza a doença. Por isso o diagnóstico precoce é fundamental.

Minha gengiva retraiu. Vou perder o dente?

Não necessariamente. A retração gengival expõe a raiz do dente, aumentando a sensibilidade e o risco de cárie radicular, mas não significa perda imediata. O tratamento periodontal paralisa o avanço da retração. Em casos selecionados, o enxerto gengival pode recuperar parte do tecido perdido. A avaliação define qual abordagem é mais indicada para o seu caso.

Enxerto gengival dói?

O procedimento é feito com anestesia local e não é doloroso durante a cirurgia. No pós-operatório, é normal sentir desconforto por 3 a 5 dias, controlado com analgésicos. A maioria dos pacientes retoma a rotina em 48 horas. O resultado, recuperação do tecido gengival e redução da sensibilidade, costuma ser percebido em algumas semanas.

Meus dentes estão moles. Posso fazer implante?

Dentes com mobilidade indicam perda óssea periodontal. Antes de qualquer implante, é necessário tratar a periodontite e estabilizar a doença. Implantar em osso comprometido sem tratamento periodontal adequado aumenta muito o risco de falha do implante. A Dra. Glenda avalia o grau de comprometimento e define o protocolo correto: tratamento periodontal primeiro, depois a reabilitação.

Quanto tempo dura o tratamento periodontal?

Depende do grau da doença. A gengivite responde ao tratamento em 4 a 8 semanas. A periodontite leve a moderada exige de 2 a 4 sessões de raspagem e alisamento radicular (RAR), com reavaliação em 4 a 6 semanas. Casos mais avançados podem exigir cirurgia periodontal. Após o tratamento ativo, a manutenção periódica a cada 3 a 6 meses é necessária para o resto da vida.

Quem tem periodontite pode fazer tratamento ortodôntico?

Sim, mas a periodontite precisa estar controlada antes de iniciar qualquer movimentação dentária. Mover dentes com suporte ósseo comprometido acelera a destruição periodontal. A Dra. Glenda possui dupla especialização em Periodontia e Ortodontia, o que permite planejar casos que exigem as duas especialidades de forma integrada.

Periodontite tem relação com diabetes?

Sim, a relação é bidirecional. Pacientes com diabetes têm até três vezes mais risco de desenvolver periodontite, e a periodontite descontrolada eleva a glicemia e dificulta o controle do diabetes. Estudos mostram que o tratamento periodontal melhora indicadores de hemoglobina glicada (HbA1c). Diabéticos devem fazer avaliação periodontal a cada 6 meses como parte do controle da doença sistêmica.

Gengiva sangra na gravidez, é normal?

É comum, mas não é normal no sentido de tolerável. Alterações hormonais aumentam a sensibilidade gengival e favorecem a gengivite gestacional. Em casos avançados, há associação com parto prematuro e baixo peso ao nascer. Toda gestante deve passar por avaliação periodontal preventiva, idealmente no segundo trimestre, e fazer manutenção durante a gestação.

Tomo medicação imunossupressora, tenho risco maior de doença gengival?

Sim. Imunossupressores alteram a resposta inflamatória da gengiva, e os sintomas podem aparecer de forma atípica, mascarando a doença. Pacientes em tratamento para lúpus, artrite reumatoide, transplantes ou outras condições autoimunes devem ter acompanhamento periodontal frequente, com protocolo específico definido em conjunto com o médico responsável.

Fumante tem mais chance de periodontite?

Sim. O tabagismo é o segundo maior fator de risco para periodontite, atrás apenas da placa bacteriana. A nicotina mascara o sangramento gengival, o que faz o paciente perceber a doença apenas em estágios avançados. Fumantes têm cicatrização mais lenta e resposta inferior aos tratamentos. O protocolo recomendado é manutenção periodontal a cada 3 meses.

Manutenção periodontal a cada 6 meses é igual a uma limpeza com dentista geral?

Não. A limpeza com dentista geral cuida da superfície dos dentes (raspagem supragengival e polimento). A manutenção periodontal inclui avaliação completa das bolsas com sondagem, raspagem subgengival nas áreas críticas, controle de biofilme e monitoramento da estabilidade óssea. Para quem teve periodontite, são procedimentos diferentes e só a manutenção periodontal previne a perda dentária.

Agende sua avaliação periodontal

Consulta de avaliação em Ipanema, Niterói ou Angra dos Reis. Diagnóstico completo na primeira consulta. Retorno rápido pelo WhatsApp.

Ou ligue: (21) 96700-2691